domingo, 18 de julho de 2010

Imensidade


A tua ausência é como o mar!
Ruge o meu grito com o mesmo alento que ele se faz ouvir,
Engole-me a sua imensidão, tamanho é o dano que a tua falta me faz sentir.
Envolvido com a areia, tão intenso a leva como a deixa no caminho,
Não perdura, estremece,
Regressa infinitamente sozinho.
Aparece lá longe, assustadoramente emproado,
Suaviza, apenas, quando já tens chegado.

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