quarta-feira, 27 de abril de 2011

Dolência

Oh triste sorte que me esperas
Tira-o de perto de mim
Vãos são os sonhos, fracas quimeras
Oh triste sorte, meu triste fim!

De tanto que me agarras
Presa ao meu lado caminhas,
Sou eu mais eu nessas estradas
De reles penas só minhas.

Oro caída, já sem alento
Perdida num sentimento que nada é senão vento
Entre paredes sozinhas.

1 Comentários:

Anonymous Anónimo disse...

Bonito*

terça-feira, 27 março, 2012  

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